TECNOLOGIA Notícia da edição impressa de 19/04/2013
País terá um computador por habitante até 2016
Custo anual de TI por usuário é de R$ 24,2 mil nas empresas
Custo anual de TI por usuário é de R$ 24,2 mil nas empresas
Patricia Knebel
O Brasil deve chegar em 2016 à marca histórica de um computador por habitante. Hoje são 118 milhões de máquinas em uso no ambiente doméstico e corporativo, entre desktops, notebooks e tablets, aponta a 24ª Pesquisa Anual do Uso de TI, realizada pelo Centro de Tecnologia e Informação Aplicada da Fundação Getulio Vargas. Hoje a penetração é de três máquinas para cada cinco pessoas. A previsão era de que essa posição só seria alcançada em 2017. Mas foi acelerada com a inclusão dos tablets. “Se você tira o tablet, o mercado nacional de computadores encolhe; se coloca, explode”, comenta o coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles.
Até então, a maioria das pesquisas realizadas no Brasil sobre esse mercado não considerava o tablet como computador. O que, para ele, é um erro. “Não faz sentido excluir esses dispositivos dessa categoria só porque são portáteis”, defende. De acordo com o estudo, não é igualmente correto classificá-los como smartphones. “O tablet não é um dispositivo para falar, é um computador fino, leve e com tela touch screen”, acrescenta. Meirelles também é enfático ao defender que os desktops não vão desaparecer no mercado. E, se existe uma categoria que vai ficar esmagada entre essas máquinas maiores e os tablets, é a dos notebooks. E por uma questão de custo-benefício.
Os desktops cada vez mais vão adquirir funcionalidades de televisão, reforçando assim a sua posição como um produto indicado para as pessoas que passam muito tempo em frente ao computador, nas suas residências ou escritórios. Tela e teclado maiores contam pontos nesses casos.
Já os tablets, que são menos ergonômicos, deverão crescer ainda mais como opção para a mobilidade, especialmente para o acesso à internet. “Tanto as empresas estão percebendo essa ameaça que já começaram a lançar notebooks que se parecem com tablets”, comenta. A 24ª Pesquisa Anual do Uso de TI ouviu um universo de cinco mil grandes e médias empresas. As respostas refletem o cenário no início de 2013.
Um dado que chama atenção é o dos gastos anuais com Tecnologia da Informação (TI) por usuário nas empresas brasileiras, que chegaram a R$ 24,2 mil. E o número deve continuar crescendo. “É importante que as empresas tenham em mente que a TI é uma área com um peso considerável dentro dos negócios e invistam em ferramentas de gestão adequadas para garantir a produtividade dos colaboradores”, observa Meirelles.
O investimento em TI atingiu 7,2% da receita nas empresas, triplicou em 18 anos, aponta o levantamento. Sobre o mercado de Sistemas Integrados de Gestão (ERPs) por porte das empresas, o estudo da FGV mostrou que a Totvs lidera com 52% a adoção nas companhias de menor porte, e a SAP, com 51%, nas maiores. As duas empresas, somadas com a Oracle, detêm 81% do mercado de ERP no Brasil. A Microsoft continua dominando a estação de trabalho com Windows, Office e Explorer.
Até então, a maioria das pesquisas realizadas no Brasil sobre esse mercado não considerava o tablet como computador. O que, para ele, é um erro. “Não faz sentido excluir esses dispositivos dessa categoria só porque são portáteis”, defende. De acordo com o estudo, não é igualmente correto classificá-los como smartphones. “O tablet não é um dispositivo para falar, é um computador fino, leve e com tela touch screen”, acrescenta. Meirelles também é enfático ao defender que os desktops não vão desaparecer no mercado. E, se existe uma categoria que vai ficar esmagada entre essas máquinas maiores e os tablets, é a dos notebooks. E por uma questão de custo-benefício.
Os desktops cada vez mais vão adquirir funcionalidades de televisão, reforçando assim a sua posição como um produto indicado para as pessoas que passam muito tempo em frente ao computador, nas suas residências ou escritórios. Tela e teclado maiores contam pontos nesses casos.
Já os tablets, que são menos ergonômicos, deverão crescer ainda mais como opção para a mobilidade, especialmente para o acesso à internet. “Tanto as empresas estão percebendo essa ameaça que já começaram a lançar notebooks que se parecem com tablets”, comenta. A 24ª Pesquisa Anual do Uso de TI ouviu um universo de cinco mil grandes e médias empresas. As respostas refletem o cenário no início de 2013.
Um dado que chama atenção é o dos gastos anuais com Tecnologia da Informação (TI) por usuário nas empresas brasileiras, que chegaram a R$ 24,2 mil. E o número deve continuar crescendo. “É importante que as empresas tenham em mente que a TI é uma área com um peso considerável dentro dos negócios e invistam em ferramentas de gestão adequadas para garantir a produtividade dos colaboradores”, observa Meirelles.
O investimento em TI atingiu 7,2% da receita nas empresas, triplicou em 18 anos, aponta o levantamento. Sobre o mercado de Sistemas Integrados de Gestão (ERPs) por porte das empresas, o estudo da FGV mostrou que a Totvs lidera com 52% a adoção nas companhias de menor porte, e a SAP, com 51%, nas maiores. As duas empresas, somadas com a Oracle, detêm 81% do mercado de ERP no Brasil. A Microsoft continua dominando a estação de trabalho com Windows, Office e Explorer.